sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Pesadelos Infantis

Entendendo os pesadelos infantis

Participação dos pais e imposição de rotina à criança são primordiais no tratamento de transtorno.



 
Pesadelos são comuns na infância, principalmente entre os três e cinco anos de idade. Mas podem evoluir para um transtorno do sono, chamado de terror noturno, quando são seguidos de gritos, choros e pedidos de ajuda da criança para se livrar das fantasias que a assombram. “Esporadicamente, não tem problema. Os pais devem acalmar os filhos e colocá-los para dormir novamente. Mas, se acontecer mais de um susto por noite e com frequência, pode ser preocupante”, explica a médica do Laboratório do Sono da Universidade Federal de São Paulo Márcia Hallinan. 
Para resolver o problema, a participação dos pais é o quesito mais importante, diz a psicóloga Maria Cristina Capobianco. Primeiro, é preciso minimizar fatores agravantes, como irregularidades na hora de ir para a cama e de despertar e dieta à base de alimentos condimentados ou gordurosos.
É aconselhável não gritar com as crianças durante a crise ou acordá-las rapidamente. Caso contrário, o que duraria cerca de 15 segundos pode demorar a passar. “Se os pais estão dispostos a ouvir os relatos sem apavorar-se ou desvalorizá-los, estarão escutando o inconsciente da criança, que obviamente está trazendo algum apelo”, afirma a psicoterapeuta.
Outro recurso que os pais podem usar para ajudar a criança a lidar com o problema é a montagem de uma espécie de peça de teatro com a história do pesadelo. “A criança pode ser o monstro, os pais outra figura. E todos podem inventar um novo desenlace para a trama. Isso devolverá à criança seus poderes mágicos para lutar contra esses bichos assustadores”, explica Maria Cristina. Com bebês, a orientação é segurá-los nos braços, conversando calmamente ou cantando até que a sensação de terror diminua.

Como fazer a criança dormir?
Nos casos em que as tentativas dos pais não funcionam, a participação de um psicólogo pode ser eficaz para que a criança não se sinta ameaçada e fragilizada diante das dificuldades.
Em quadros graves, o uso de antidepressivos tricíclicos e benzodiazepinas (diazepam) podem ser recomendados. Porém, pelo resultado desses medicamentos não ser garantido, os especialistas evitam essa opção o máximo.
Os pesadelos podem indicar dificuldades na dinâmica familiar. Crianças que presenciaram ou foram vítimas diretas de situações de violência doméstica, tiveram perdas de pessoas significativas ou sofreram abusos sexuais, entre outros traumas, podem apresentar uma intensificação dos sonhos ruins. Esse é um sinal de que a experiência vivida ainda precisa ser trabalhada.
O terror noturno ainda pode ser desencadeado por situações estressantes, como mudança de escola, separação dos pais, perda de um bicho de estimação, briga com um irmão e dor de crescimento.
As consequências do terror noturno são sofrimento e angústia para a criança, além de possível desenvolvimento de insônia precoce. Medo de ficar no escuro, dormir sozinho e sonhar são outros problemas trazidos pelo distúrbio.

Fonte: Portal Minha Vida

Como eu amo essa planta maravilhosaaa....

Sakura e templos milenares da montanha Yoshino

Diante do pavilhão Zao-do, sacerdotes Yamabushi, da religião Shugen-do, iniciam o Ogoma. Esse é um dos rituais realizados no festival Hanaku-senpoe
Uma grossa coluna de fumaça subia na área do templo Kinpusen-ji. Os sacerdotes Yamabushi tocavam cornetas de búzio e realizavam rituais diante de uma enorme fogueira. O fumacê era tanto que, visto de longe, poderia até se pensar que era um incêndio. Mas, não, era um festival mesmo.

Essa e outras cerimônias exóticas são partes de um matsuri que tem um milênio de tradição, o Hanaku-senpoe. Ele é realizado todo ano nos dias 10, 11 e 12 de abril para comemorar a floração das cerejeiras na montanha Yoshino (Nara), e para anunciar à divindade cultuada nesse santuário que as flores atingiram o esplendor máximo.

A princípio, a viagem que fiz a Yoshino foi para ver as suas famosas cerejeiras, pois foi nessa área que começou o costume de plantá-las para contemplar a floração. Por fim, também acabei curtindo bastante os inúmeros templos e a tradição religiosa local.

A chamada Yoshino-yama é um conjunto de montanhas que fica na península de Kii e que se estende por três províncias: Nara, Wakayama e Mie. Em 2004, alguns pontos e templos dessa serra foram registrados como Patrimônio da Humanidade sob a denominação de “Locais Sagrados e Rotas de Peregrinação nas montanhas Kii”.

Divindade na cerejeira
Conta a lenda que, no século 7, Enno Ozunu, o criador da religião Shugen-do, estava se impondo um rigoroso treinamento espiritual na montanha Yoshino quando teve uma visão: a divindade Zao-gongen apareceu para ele. Em estado de graça, o asceta esculpiu num pedaço de tronco de cerejeira a imagem que viu e construiu uma capela para cultuá-la.

Foi assim que surgiu o templo Kinpusen-ji, a matriz do Shugen-do, e que a cerejeira passou a ser uma árvore sagrada na região.

Caminhos de peregrinação
Desde então, a serra Yoshino-yama se tornou um local sagrado para os adeptos da religião Shugen-do e foram erguidos muitos templos nos caminhos de peregrinação que atravessavam as montanhas.

Até hoje, essas rotas estão preservadas e nelas se encontram santuários importantíssimos, muitos dos quais são registrados como tesouro nacional. O Shugen-do tem uma importância cultural muito grande, pois é uma das religiões primitivas do país.

Além desse fato, o que levou a Unesco a fazer o tombamento da área como Patrimônio da Humanidade também foi o aspecto antropológico dessa tradição. Aqui ainda se preserva o Shugen-do acrescido do sincretismo com as religiões Xintoísta e o Budismo. Essa forma era muito comum no Japão até a Restauração Meiji (1868) e foi quase extinta por imposição desse governo.

Natureza e templos
É claro que a melhor época para visitar Yoshino é na primavera, para ver o grande espetáculo das cerejeiras, mas a montanha também tem outras atrações, como a floração das hortências no verão e o kooyoo (avermelhamento das folhas das árvores) no outono.

Na verdade, para quem gosta de natureza, é um lugar para se curtir o ano inteiro, e sempre acrescentando no roteiro visitas aos inúmeros templos que existem na montanha.

Entre os santuários imperdíveis estão os quatro que foram tombados como Patrimônio da Humanidade: além do já citado Kinpusen-ji, o Yoshimizu-jinja, o Kinpu-jinja e o Yoshino-mikumari-jinja. Todos têm história de mais de mil anos.


Texto e fotos: Reginaldo Okada©
Coordenação e pesquisa: Satomi Shimogo

Yokagura...

Yokagura, dançando com os deuses mitológicos

Ainda com o dia claro, se faz o ritual da transferência da divindade do templo Ishigami-jinja para o local onde acontecerá o Yokagura. A divindade é um boi, e também participa nas danças
As cerimônias e rituais do Yokagura da comunidade Nokatano começaram às 14h do sábado e só terminaram depois das 10h do domingo. Durante a noite toda, cerca de 20 membros do grupo se revezavam dançando as 33 partes de um roteiro que vem sendo praticado, no mínimo, há 800 anos.

De novembro a fevereiro, 19 comunidades agrícolas da cidade de Takachiho realizam o Yokagura com os principais objetivos de agradecer a colheita do outono e desejar que o sol volte a brilhar forte depois do inverno, proporcionando boas safras no próximo ano. Mas as performances que fazem uma mistura de teatro e dança, encenando lendas mitológicas, também pedem aos deuses xintoístas para velar pela saúde e felicidade dos membros da comunidade, entre outras coisas.

Primeiramente, realizou-se cerimônias e rituais para transferir a divindade do templo da comunidade para o local onde seria realizado o Yokagura. Até alguns anos atrás, acontecia cada ano na casa de um morador diferente, mas recentemente passou-se a realizar sempre no centro comunitário, construído especialmente para esse objetivo.


O ponto alto da noite é a encenação da lenda mitológica Ama-no-iwato. Na foto, o deus Tajikarao retira a rocha que fechava a caverna e o mundo volta a ser iluminado Depois que a divindade foi transferida para o local sagrado onde aconteceriam as danças, fez-se uma pausa até as 19h. Nesse intervalo o público começou a lotar o grande salão, a maioria era morador do próprio bairro. Muitas pessoas chegaram bem agasalhadas, trazendo cobertores e até sacos de dormir. Essas passaram a noite toda assistindo o Yokagura. Quando batia o sono, se esticavam ali mesmo no chão e davam uma cochilada. Mas teve gente que resistiu bem e ficou o tempo todo sem pregar o olho.

Entre todos os festivais japoneses que já assisti, este foi um dos que eu gostei mais e que me deixou com a vontade de voltar sempre nos próximos anos. A repetição durante horas do mesmo ritmo e canto faz a gente entrar no mundo dos deuses.






Os deuses também provocam risos com cenas cômicas. Há momentos que eles deixam o espaço sagrado e fazem brincadeira com o público







 




Muitas comunidades deixaram de realizar o Yokagura por falta de componentes, mas em Nakatano as gerações continuam mantendo com orgulho a tradição 


O que é yokagura?
Kagura é uma dança do xintoísmo, um ritual para “divertir os deuses”. A origem seria a performance realizada pela deusa Amenouzume para recuperar a luz do sol, no episódio descrito na lenda mitológica Ama-no-iwato.

A palavra yokagura significa o kagura noturno. Não se sabe exatamente quando esse costume começou em Takachiho, mas no arquivo do templo xintoísta Takachiho Jinja existe um escrito do ano 1189 que se refere à dança. Portanto, há mais de 800 anos já era praticado na região.

O yokagura ganhou a forma que podemos ver atualmente no final do período Edo (1603~1867). Todas as 56 comunidades de Takachiho o realizavam, mas agora apenas 19 ainda mantém a tradição.

Texto e fotos: Reginaldo Okada©
Coordenação e pesquisa: Satomi Shimogo

Bonsai... s2

Bonsai, o efêmero e o eterno plantado num vaso

O mestre Kunio Kobayashi diante de um tokonoma com um bonsai de mil anos
O bonsai não é simplesmente a miniatura de uma árvore, uma planta decorativa. É uma obra de arte viva, que expressa a filosofia japonesa e o sentimento de cada mestre.

O mestre Kunio Kobayashi criou o Shunkaen Bonsai Museum para que as pessoas, principalmente estrangeiros, tivessem acesso fácil e pudessem compreender mais profundamente essa arte. O museu fica em Edogawa-ku (Tokyo).

“Eu vejo no bonsai a dignidade e a energia da vida. E também, o efêmero e o eterno ao mesmo tempo. Por exemplo, uma árvore idosa, que já está na fase final da existência. Mesmo assim, beirando a morte, de um galho seco brotam folhas e a vida brilha. No interior da árvore está guardada a força da vida. Tem essa outra maneira dele ser admirado, pela sua beleza interna”, me explicou o mestre quando lhe perguntei o que o bonsai significa para ele.

Momiji vermelho: o bonsai também muda de aparência conforme a estação Várias árvores expostas no museu parecem que estão quase morrendo, com o tronco retorcido, secas. Elas não ficaram desse jeito naturalmente e, na verdade, estão plenas de vida. Foram propositadamente manipuladas pelo mestre Kobayashi para mostrar a “beleza interna”. Nesse ponto é que o bonsai é considerado obra de arte. Como qualquer outro artista, a pessoa que o cultiva usa o seu conhecimento técnico para expressar um sentimento. A diferença é que o mestre do bonsai trabalha com um elemento vivo.

“A gente lida com várias espécies de árvores e é preciso ter um conhecimento profundo da natureza de cada uma. Cada indivíduo, dependendo da espécie, tem características e necessidades próprias. Por exemplo, o tronco e os galhos do ume (ameixeira japonesa) sempre ficam curvados. Já o sugi (cedro) cresce reto e alto. Respeitando a “personalidade” de cada uma é que vamos possibilitar que elas mostrem sua própria beleza. Não podemos fazer uma intervenção que esteja fora da natureza de cada árvore”, disse Kobayashi.

Ele acrescentou que “um bosai é um universo. Não é só a árvore, também é importante o vaso, o jeito de colocar a terra nele, o musgo por cima. Tudo tem que estar em harmonia e em consonância com o sentimento que se quer expressar. É uma arte integral, onde tudo é pensado.”

Kobayashi leva dez anos ou mais para produzir um bonsai. Algumas plantas são cultivadas a partir de mudas, mas uma boa parte são árvores já adultas colhidas nas florestas e depois “miniaturizadas”. Trabalhar com o bonsai não tem ponto final, porque sempre precisa estar cuidando, direcionar o seu crescimento e a estética.

O jardim do Shunkaen Bonsai Museum tem exposição permanente de vários tipos de bonsai O museu
Além de um jardim com centenas de bonsai, o museu tem um magnífico prédio em estilo tradicional japonês com vários ambientes. O mestre explicou que o construiu pensando em mostrar para os visitantes como o bonsai está integrado na cultura japonesa.

Normalmente, as pessoas só têm a chance de ver os bonsai em exposições fora do seu ambiente tradicional, mas ele faz parte de um conjunto de elementos do tokonoma, o recanto da sala de uma casa tradicional japonesa um pouco mais elevado do que o assoalho.

O bonsai é um dos elementos tradicionais que compõem o tokonoma No tokonoma sempre tem um kakejiku, desenho ou caligrafia que fica pendurado na parede. Um outro componente frequente é o ikebana, arranjo floral, ou o bonsai.

No museu existem várias salas com tokonoma em diferentes estilos, inclusive uma típica de cerimônia de chá. O prédio também abriga uma coleção de valiosos vasos antigos específicos para bonsai.

O mestre Kobayashi também viaja para o exterior para ensinar usa técnica Na entrada do museu, junto ao jardim, fica a oficina de trabalho. Os visitantes também podem ver a atividade diária do mestre e seus vários discípulos. Kobayashi acha importante passar a sua técnica para os mais jovens e recebe aprendizes japoneses e estrangeiros. Ele confessou que tem um sonho. “Eu gostaria que em cada país do mundo tivesse um discípulo meu, transmitindo o que é a essência do bonsai.”



Texto e fotos: Reginaldo Okada©
Coordenação e pesquisa: Satomi Shimogo

Takachiho...

Takachiho, a terra da mitologia

Takachiho, a terra da mitologia

Os habitantes de uma cidadezinha chamada Takachiho têm o privilégio de viverem bem próximos dos deuses. Acredita-se que a região foi o cenário de várias lendas mitológicas japonesas descritas nos livros mais antigos do País, como o Kojiki, do ano 712.

O interessante é que o povo local vive intensamente o fato de habitarem a “terra da mitologia” e, de novembro a fevereiro, realizam um festival chamado Yokagura para receber os deuses e representar algumas dessas lendas. É uma maravilhosa festa. Dura a noite inteira e é realizada em cada povoado agrícola.

A próxima reportagem desta série vai ser toda dedicada a esse festival, por enquanto, vamos conhecer os principais pontos turísticos em Takachiho relacionados com as lendas mitológicas.

Iwato, a porta de pedra
A lenda da grande deusa Amaterasu é a que mais encanta o povo de Takachiho. Resumindo um pouco a história, a narrativa conta que num certo dia, magoada com as atitudes irresponsáveis de seu irmão mais novo, a deusa se escondeu dentro de uma caverna e fechou a entrada com uma grande pedra. Como ela era a deusa sol, que tudo iluminava, o mundo caiu na mais absoluta escuridão.

Para tentar contornar a grave situação, todos os deuses do Japão se reuniram em um lugar chamado Amanoyasugawara. Após muito discutirem, criaram uma estratégia para tentar recuperar a luz do sol. Eles foram para a frente da caverna e começaram a fazer uma festa, comendo, bebendo e dançando alegremente. Quando uma deusa chamada Amenouzume realizou uma dança bem irreverente, mostrando seu corpo, os outros deuses ficaram gritando e aplaudindo, fazendo grande algazarra.

Estátua do deus Tajikarao e a porta de pedra da caverna que fica no templo Ama-no-iwato Jinja Curiosa em saber o que estava acontecendo do lado de fora, a deusa Amaterasu deu uma olhadela, abrindo um pouco a porta de pedra. O deus Tajikarao, possuidor de descomunal força, estava esperando por essa chance e forçou a grande rocha até deslocá-la completamente. Desse modo, o dia ganhou de volta a claridade e o mundo voltou à normalidade.

Essa lenda é chamada de Ama-no-iwato (ama significa céu e iwato, porta de pedra). Um ponto de visitação imperdível na cidade está relacionado com ela. A cerca de oito quilômetros do centro de Takachiho, na beira do Rio Iwato e em frente ao templo xintoísta Ama-no-iwato, existe uma caverna que desde tempos remotos acredita-se que seja o lugar citado na lenda, onde a deusa Amaterasu teria se escondido. Ainda dentro dos limites do templo, também na margem do rio, fica o Amanoyasugawara, onde os deuses teriam se reunido.

O pavilhão principal do Takachiho Jinja Outro local que se deve visitar é o templo Takachiho-jinja, que fica no centro da cidade. O santuário tem mais de mil anos. Além da construção em madeira ser muita antiga e de grande beleza arquitetônica, à sua volta encontram-se gigantescas árvores de sugi (cedro). Todas as noites, nele é realizada uma encenação da lenda Ama-no-iwato, que é uma das partes do festival Yokagura.

Mirante
Uma outra lenda diz que, preocupada com os acontecimentos caóticos que estavam ocorrendo na terra onde habitavam os humanos, a grande deusa Amaterasu enviou o seu neto, o deus Ninigi, para organizar o mundo. Quando ele desceu do céu, uma neblina muito espessa impedia que ele enxergasse os povoados. Dois homens apareceram e o aconselharam a jogar sementes de arroz para o alto para que as nuvens se dissipassem.

No topo do morro Kunimigaoka, que fica a quinze minutos de carro do centro de Takachiho, existe um mirante e um monumento com os três protagonistas dessa história. No outono, dali se pode ter uma visão parecida com a descrita na lenda, quando as nuvens de neblina pairam encobrindo as terras situadas abaixo.

Texto e fotos: Reginaldo Okada©
Coordenação e pesquisa: Satomi Shimogo

Lugar incrível....

Garganta de Takachiho - Japão

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Certas Coisas

Certas Coisas - Marjorie Estiano





Pensamentos e Poesia

Esta é a cara do outono daqui...



Outono... s2s2s2s2s2s2







Inverno...

Eu tinha tanta esperança de que esse ano nevasse por aqui, mas pelo visto nossas chances de ver o chão branquinho se foram mais uma vez... Sorte de quem já pode ver essa maravilha pelo menos uma vez...
E já que uma pobre mortal não tem poder algum sobre o tempo, me resta olhar as fotos e imagens de lugares assim como este...

Bom dia, "blogueiros" de plantão....


terça-feira, 28 de agosto de 2012

Sasuke e Itachi


o.0


*--*


Rock Lee: We’re not making any progress.
Naruto: My summer and homework are going up in smoke.
Both: If only everyone would help me!

Hinata...


Simon's Cat




Mais uma do gato do Simon....hehehehe

Simon's Cat in "The Box"

Simon's Cat, alegrando a noite...

Simon's Cat in 'Hidden Treasure'

Faria Lemos, Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul, Brasil



Mais gatinhos...


Educação não custa nada....


Coisinhas fofas...




s2 Gatos s2